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Tão longe, tão perto!

Mais de 300 voluntários realizando atendimentos médicos às comunidades indígenas na Amazônia. Conheça o trabalho da Associação Expedicionários da Sáude (EDS).

Esporadicamente um grupo de amigos, em sua maioria médicos, organizava caminhadas em meio à natureza. No ano de 2002, ao visitarem o Pico da Neblina (AM), tiveram a oportunidade de conhecer uma aldeia Yanomami. Confrontados com uma realidade muito diferente da que viviam, resolveram mudar o foco de suas viagens e tentar fazer alguma coisa pela população indígena da região. O grupo procurou as instituições responsáveis pelo atendimento à saúde para entender como atuavam e assim planejar uma participação eficaz. Dessa forma, em 2003, foi oficialmente estruturada a Associação Expedicionários da Saúde (EDS). Desde então, as caminhadas transformaram-se em expedições, que contabilizam uma área de cobertura de 500 km² e conta com a participação de mais de 300 voluntários, que realizam atendimentos médicos às comunidades indígenas na Amazônia e em várias partes do Brasil, dando origem ao Programa “Operando na Amazônia”, que a cada nova expedição, transporta 15 toneladas de equipamentos, insumos e medicamentos de Campinas, no interior de São Paulo, para às mais distantes regiões da Amazônia Legal.

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Tecnologia, profissionais qualificados e materiais de qualidade

 Há 4 anos, o Centro Cirúrgico Móvel está ainda mais eficiente. O novo projeto, que conta com barracas infláveis, facilitou e agilizou a montagem e desmontagem e agregou conceitos que minimizam a contaminação e aumentam a eficiência do ambiente cirúrgico. Além de possibilitar seu transporte de forma modular e diminuir drasticamente o peso total da carga, o novo Centro possui maior eficiência térmica, graças às paredes de dupla camada e à lona externa metalizada, que reflete boa parte do calor intenso da região equatorial.

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O Novo Centro Cirúrgico Móvel é composto por salas de cirurgia oftalmológica, cirurgia geral, pequenos procedimentos, conforto médico, sala de espera para os pacientes, vestiário e Centro de Material e Esterilização (CME) e conta ainda com equipamentos de última geração, como facoemulsificadores, eletrocautérios, monitores multiparamétricos de sinais vitais, ultrassom portátil, aparelhos de ar-condicionado com filtros EPA, além das de autoclaves, destiladoras de água, lavadoras ultrassônicas, seladoras e incubadora de teste biológico do CME. Toda a energia consumida em seu interior é fornecida por um grupo de geradores, que totalizam 100kva. Marcia Abdala, coordenadora geral do Expedicionários da Saúde conta que o Projeto já realizou mais de oito mil cirurgias de especialidades diversas. E a excelência do trabalho só é possível, pois alia tecnologia na estrutura de atendimento, competência dos profissionais voluntários e a qualidade dos instrumentais utilizados. “Nossos atendimentos podem ser comparados aos realizados pelos melhores hospitais do país, mas isso só é possível, graças ao apoio de muitos parceiros e um deles é a Quinelato Instrumentos Cirúrgicos, que recentemente doou uma caixa de instrumentais para cirurgia de abdômen, que em breve será utilizado para salvar muitas vidas indígenas da região Amazônica”, explica.

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Márcia usa a palavra em breve, pois ela conta que as expedições que estavam agendadas para o início do ano, foram remarcadas devido a pandemia do Covid-19 e que o grupo Expedicionários da Saúde mobilizou-se para realizar ações de combate à doença, como a montagem de um Hospital de Campanha, com mais de 120 leitos para atendimentos de emergência.

Conheça mais sobre a Organização Expedicionários da Saúde:
www.eds.org.br
F
otos cedidas pela EDS

 

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